Evoé nobreza!
Vamos utilizar nossas armas para
modificar. A minha é o verbo, a palavra que explode como se fosse um “fogo de artifício”.
As idéias estouram na cabeça, a vontade de expor, de gritar. Como dizer? Como
deixar uma mensagem positiva? Como modificar aquilo que incomoda? São essas
perguntas que me faço quando me sento frente ao computador para escrever. Não
sei se consigo alcançar o meu objetivo,
mas ao menos tento. E você, o que faz?
A sociedade hipócrita, que fecha
os olhos para a realidade, critica os rappers. Eles são a nata da poesia
marginal. São eles que esfregam com verdade pura os anseios de uma sociedade
oprimida, e quase sempre esquecida. Salve Criolo, D2, KLJ e Emicida!
Há aqueles que gritam o real de
uma forma mais calma. Usam seus textos cotidianos como forma de abrir nossos
olhos para a política suja, podre e desigual. Obrigado senhores cronistas!
Senhores e senhoras dos palcos.
Atores e atrizes que emprestam seus corpos por uma causa nobre. Obrigado por
nos mostrarem uma realidade que, muitas vezes, aos nossos olhos está retorcida.
Nesse meio não posso deixar de agradecer os grandes teatrólogos, que ainda acreditam
na arte da mudança e que querem levar a katharsis ao publico tão necessitado de
emoção.
Obrigado a todos que cantam,
dançam, compõe, interpretam, enfim... Gritam! Deixar o destino fazer o seu
papel não é a solução. Dizem que “o DESTINO a Deus pertence”, mas essa frase é
tão subjetiva. Por que ele pertence a Deus se somos nós os dramaturgos de
nossas próprias vidas? Revoltemo-nos! Vamos mudar!
Parafraseando a canção: “ não
espere acontecer”.
Roberto Teixeira da Silva


Comentários
Postar um comentário